Semana Acadêmica e Jornada de Iniciação Científica Notícia

  • 01/11/2017 17:45:00
  • 01/11/2017 18:08:57
  • Josiane Mendes

Jornada e mostras científicas estimulam gosto da comunidade acadêmica da Unitins pela pesquisa

Mais de 100 trabalhos foram apresentados durante os dias de evento em Palmas e no interior



O balanço não poderia ser mais positivo. Além dos mais de 100 trabalhos apresentados nos câmpus Augustinópolis, Dianópolis e Palmas da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), a XXIV Jornada de Iniciação Científica do Câmpus Palmas e as duas mostras realizadas nos câmpus do interior ajudaram na divulgação dos trabalhos produzidos e a despertar o gosto pela pesquisa na comunidade acadêmica.

Em Augustinópolis, foram cerca de 50 trabalhos apresentados, entre oral e em formato de banner, outros sete em Dianópolis e mais 58 em Palmas. A jornada e as duas mostras aconteceram no final do mês de outubro. Ao falar do balanço positivo dos eventos, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Eduardo Ribeiro dos Santos, destacou a grande participação dos acadêmicos, resultado do trabalho de incentivo à pesquisa que está ocorrendo em todos os câmpus.

“Conversando com os coordenadores dessas mostras, eles nos informaram que os alunos que não participaram este ano já se mostram bastante entusiasmados e com ideias do que poderão apresentar nos próximos anos. Certamente, o processo de concorrência das bolsas de iniciação científica no próximo ano será maior, em decorrência dos alunos vislumbrarem a importância da inserção na pesquisa”, disse o pró-reitor.

O coordenador do Pibic, Pivic e Pibiti da Unitins, Tulio Dornas, explicou que durante a jornada os bolsistas e voluntários dos programas de iniciação científica apresentaram seus trabalhos para uma banca avaliadora como uma contrapartida da bolsa, já nas mostras de iniciação realizadas em Augustinópolis e Dianópolis houve a apresentação de trabalhos de pesquisa, não necessariamente ligados aos programas de iniciação. Dornas acrescentou ainda que todas as pesquisas serão publicadas em anais, com resumo de todos os trabalhos.

O coordenador destacou que “a jornada tem a finalidade de estimular o início da pesquisa. Ao longo do programa, ele vai executar o trabalho e na jornada divulgar. Com isso, começa a servir de modelo e de referência para outros alunos de períodos anteriores, e também passam a estimular a pesquisa ao longo do curso.” Ele acrescentou que nos câmpus do interior, onde houve um grande público participante, com as mostras realizadas pela primeira vez possibilitou fazer com que esse público possa ver qual é o trabalho da pesquisa, como ela se procede e também passe a interessar por tais programas.

Entre os benefícios da pesquisa para a formação acadêmica e também para a vida do futuro profissional, Dornas disse que a pesquisa vai permitir a esses alunos adquirir conhecimentos dos mais diversos dentro da sua formação, o envolvimento com a metodologia científica, o aprimoramento da questão da redação, porque irão precisar trabalhar redação de relatórios, e isso tudo vai ser importante para quando estiverem formados seguir carreira acadêmica, com mestrado e doutorado, onde sem a iniciação científica é muito difícil, e, se seguirem a carreira profissional diretamente na docência ou empresa privada, as atividades de pesquisa também vão ajudá-los a desenvolver melhor seus trabalhos.

Para a assessora pedagógica Ana Irene Carneiro, do Câmpus Augustinópolis, o evento superou as expectativas. “Consideramos que o evento foi sucesso de participação, mas também de interesse dos acadêmicos pela pesquisa”, falou. 

Para o acadêmico do 8º período de Engenharia Agronômica Gustavo Marquardt, a jornada proporciona muito aprendizado e interação. “É muito bom poder participar dessa jornada, assistir palestras, discussões. Ouvindo outros profissionais contando suas experiências, sucessos, dificuldades, sempre aprendemos nessas ocasiões”, afirmou o acadêmico.

Premiação

Três acadêmicos receberam premiação. O trabalho “Frequência e intensidade de desfolhação em pastos de capim piatã no estado do Tocantins”, da acadêmica de engenharia agronômica da Unitins, Miéle Bau Cortelini, sob a orientação da professora Ana Flávia Gouveia Faria, ficou com o 1º lugar.

O segundo lugar foi para o trabalho “Violência simbólica e as relações étnico raciais na rede municipal de ensino de Palmas”, da acadêmica Vida Kamila Pinheiro, sob a orientação do professor Eduardo José Silva Lima.

O 3º lugar foi para o trabalho “Avaliação da eficácia de diferentes genes Bt em milho sobre Spodoptera frugiperda em sucessão de soja no município de Palmas – TO”, do acadêmico de engenharia agronômica, Gabriel Duarte de Oliveira, sob a orientação do professor Efrain de Santana Souza.


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