
As provas foram realizadas no dia 8 de fevereiro, em quatro cidades onde há oferta de vagas (Foto: Nonato Silva/Dicom Unitins)
A Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) divulgou, nesta quinta-feira, 26, a convocação dos candidatos aprovados na segunda chamada do Vestibular Complementar 2026/1. A seleção contempla os cursos presenciais ofertados nos câmpus de Araguatins, Dianópolis, Palmas e Paraíso do Tocantins. A relação de aprovados pode ser conferida na página do edital. Acesse aqui.
Para efetuar a matrícula de forma on-line, os candidatos devem acessar o sistema I-Protocolo da Unitins no período de 27 de fevereiro a 3 de março. De acordo com o edital, perderá o direito à vaga o candidato que não realizar a solicitação dentro do prazo estabelecido ou que deixar de apresentar a documentação exigida.
De acordo com o edital divulgado, foram convocados para matrícula candidatos classificados em número superior ao total de vagas inicialmente ofertadas, em razão da ausência, em alguns cursos, de candidatos remanescentes aptos à convocação no Vestibular Geral 2026/1. O procedimento seguirá o que prevê o item 2.2 do Edital nº 01 do Processo Seletivo Complementar 2026/1, garantindo a distribuição das vagas conforme estabelece a Lei Estadual nº 3.458, de 17 de abril de 2019.
Todas as orientações, assim como a relação completa dos documentos necessários, estão disponíveis no Edital de Convocação para Matrículas.
Vestibular Complementar 2026/1
O Vestibular Complementar 2026/1 ofertou 179 vagas para os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Letras, Pedagogia, Serviço Social e Tecnologia em Gestão do Agronegócio, distribuídas entre os câmpus de Araguatins, Dianópolis, Palmas e Paraíso.
As provas foram realizadas no dia 8 de fevereiro, em quatro cidades onde há câmpus da Unitins.
As vagas foram distribuídas entre as modalidades de ampla concorrência e sistema especial de reserva de vagas, conforme a Lei Estadual nº 3.458, de 17 de abril de 2019. A legislação assegura a reserva para estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, com cotas específicas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, também oriundos da rede pública.