Este artigo trata da análise dos negros no ensino superior, com um foco especial na UNITINS. Busca analisar o índice de negros na universidade e compreender as dificuldades, desigualdades sociais e racismos enfrentados pelos acadêmicos. Relata também as conquistas adquiridas pela população de pele negra ao longo dos anos, evidenciando que mesmo com todo preconceito e barreiras, ainda há vitórias e isso que faz toda diferença, para chegar à atual contemporaneidade. O negro ainda é minoria em espaços que são para todos e isso faz com que gere muitos debates. Ambientes educacionais de nível superior são um desses locais. Mais da metade da população do país é negra e mesmo assim, nas universidades o percentual de negros ainda é bem pequeno em relação à população geral. Partindo do ponto que com a criação de Políticas públicas, oportunizou condições melhores para o ensino e aprendizagem da educação negra do país, ações afirmativas e a implantação de cotas deu ingresso de muitos estudantes negros no ensino superior. A metodologia utilizada foi pesquisa qualitativa bibliográfica, com o fim de trazer mais informações para comunidade acadêmica. Alguns dos principais autores que deram origem a este trabalho foram: Gonçalves e Ambar (2015), Bento (2016), Wittkowski e Meneghel (2019), Sueste (2019) e Almeida (2019), dentre outros. Os resultados encontrados mostram que a razão entre a quantidade de acadêmicos de pele negra e a quantidade de acadêmicos de pele branca é pequena e que as políticas de incentivo devem avançar para que realmente todos se sintam iguais e igualmente capacitados para avançarem em suas formações.