A elevação da pressão sanguínea em gestantes tem efeitos nocivos sobre diversos sistemas, principalmente em relação ao vascular, hepático, renal e cerebral. O objetivo desse estudo é compreender os aspectos inerentes a hipertensão arterial no período gestacional, segundo a literatura. Quanto aos objetivos específicos: Conhecer as síndromes hipertensivas gestacionais, bem como os sinais e sintomas e as complicações relacionadas; Averiguar os fatores de riscos e causas das gestantes diagnosticas com HAS, segundo a literatura; Compreender a assistência de enfermagem no cuidado de gestantes com a hipertensão arterial sistêmica. O método foi uma revisão de literatura do tipo integrativa, exploratória com abordagem qualitativa, onde foram levantados 10 artigos com datas de publicação partir do ano de 2018 até a data atual, livre e disponíveis na integra nas bases digitais importantes da área, através dos descritores: Gravidez, Hipertensão, Pré-eclâmpsia, sinais e sintomas. Os resultados desta pesquisa apontaram que os fatores desencadeantes da hipertensão arterial na gestação são genéticos, doenças associadas como diabetes e obesidade, gravidez tardia e nuliparidade; seus primeiros sinais e sintomas é a elevação da pressão arterial após a vigésima semana de gestação; e entre as principais complicações se destacaram aborto e morte fetal, complicações da hipertensão arterial podendo evoluir para eclampsia e síndrome de hellp e parto prematuro. Conclui-se que este é um grave problema de saúde pública, que acarreta inúmeros gastos, que pode ser prevenida de maneira simples, com uma ausculta detalhada ainda no pré-natal, quanto mais cedo a doença constatada na gestante, melhor o prognostico.