O presente artigo tem como proposta refletir sobre a atuação da e do Assistente Social a partir de uma contextualização sobre o surgimento do Serviço Social enquanto profissão. Discutiu-se sobre o processo de formação dos espaços ocupacionais da e do Assistente Social levando em consideração as metamorfoses do mundo do trabalho para então tecer algumas considerações sobre a atuação deste profissional na prestação de assessoria ao Conselho Tutelar. Utilizou-se como recurso metodológico a revisão da literatura de autoras e autores clássicos e contemporâneos, adotando, como abordagem metodológica, a pesquisa é teórico-bibliográfica, orientada pelo método crítico dialético de Marx e Engels. Ao final do estudo foi possível inferir que a atividade de assessoramento é atribuição privativa do Assistente Social, e se apresenta, no contexto do Conselho Tutelar, como possibilidade, na contemporaneidade, de contribuir para a promoção da garantia de direitos de crianças e adolescente.