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Startups tocantinenses se destacam na roda de conversa sobre inteligência coletiva

Durante o III Circuito de Inovação da Unitins, empreendedores e pesquisadores apresentaram ideias e soluções criativas que fortalecem o ecossistema de inovação no Tocantins

Roda de conversa composta por acadêmicos, pesquisadores e demais participantes (Fotos: Cyarla Barbosa/Dicom Unitins)


O III Circuito de Inovação, evento que ocorre dentro da programação da III Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) realizou nesta quinta-feira, 23, a roda de conversa “Inteligência Coletiva no Tocantins: estratégias de colaboração em rede para o ecossistema de inovação”, o momento ocorreu na Arena Hackathon. 

A roda de conversa foi prestigiada pelo reitor da Unitins, professor Augusto Rezende, acadêmicos, comunidade externa e pesquisadores que levaram "pitchs", uma apresentação curta e impactante para convencer alguém de uma ideia, projeto ou negócio. 

“Esse espaço que nós tivemos foi muito importante para fortalecer a nossa cultura empreendedora. Aqui tivemos a oportunidade de apresentar algumas startups vinculadas ao Programa Centelha, um programa nacional, que tem a parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e é executado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (Fapt). Então, são startups financiadas com o recurso do programa, que vieram apresentar um pouco o crescimento e o serviço que as empresas ofertam para a comunidade”, comentou a assessora técnica de Programas e Projetos da Saúde da Fapt, Adriana Arruda. 

Uma das apresentações de “pitchs” foi o aplicativo “MIGA”, desenvolvido pela professora da Universidade Federal do Tocantins (UFT), Alice Agnes. “O aplicativo ‘MIGA’, é desenvolvido no Tocantins por mulheres e para mulheres. Ele é fruto dos incentivos locais e regionais, é muito importante estar aqui mostrando que no nosso estado e na nossa cidade, nós fazemos coisas incríveis,  que inclusive têm ganhado visibilidade nacional. Nosso projeto ficou entre as 100 melhores startups de 2025 e hoje eu vou conhecer também projetos de outros colegas que estão ganhando o Brasil, o mundo e mostrando que o Tocantins também é uma potência quando o assunto é inovação”, afirmou. 

“Nossa startup tenta resolver um problema direto com a comunidade, ela tem relação com IoT. Nós criamos um dispositivo para atrair mosquitos e combater a dengue, um problema de saúde que só é lembrado no período de chuvas, mas temos que lembrar de combater o mosquito da dengue na época da seca também. Então, apresentar nossa startup em eventos como esses ajuda a estimular, a demonstrar nossa ideia e dizer que no Tocantins também tem um ponto de inteligência. O nome do nosso aplicativo é WASI, e contém as iniciais dos integrantes da nossa equipe”, explicou o professor e CEO do aplicativo, WASI Biotec, Walmirton Bezerra.