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Pesquisas das áreas de Humanas e Sociais Aplicadas marcam o terceiro dia da Jornada de Iniciação Científica da Unitins

Apresentações no Câmpus Palmas destacaram estudos sobre criminalização de mulheres no tráfico de drogas e saúde mental no ambiente de trabalho na região do Bico do Papagaio

As apresentações foram divididas entre slides e banners (Fotos: Cyarla Barbosa/Dicom Unitins)


O terceiro dia de apresentações de trabalhos da XXXII Jornada de Iniciação Científica da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) foi voltado para as áreas de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas na tarde desta quarta-feira, 22. A programação faz parte da III Semana de Ciência, Tecnologia e Inovação que ocorre de 20 a 24 de outubro no Câmpus Palmas. 

Durante as apresentações, os acadêmicos responsáveis pela produção das pesquisas científicas são avaliados por uma banca examinadora, momento em que podem expor os resultados e o desenvolvimento de seus projetos. 

Uma das pesquisas demonstradas foi a da acadêmica do 7º período do curso de Serviço Social/Câmpus Palmas, Karine Rocha, com o tema, “Estado Penal e punição na sociedade capitalista: uma análise da criminalização de mulheres envolvidas em tráfico de drogas no Estado do Tocantins”, orientado pela professora, Kátia da Silva Farias. 

“Esse trabalho parte da minha pesquisa de Trabalho de Conclusão de Curso que busca a materialização do conhecimento científico. O estudo tenta compreender de que maneira o Estado Penal atua como forma de controle na sociedade capitalista, que contribui para a criminalização dessas mulheres envolvidas com o tráfico de drogas”, explicou a discente. 

Donizete Rodrigues da Silva, acadêmico do 4º período do curso de Ciências Contábeis/Câmpus Augustinópolis trouxe um tema voltado para a “Qualidade de vida no trabalho e saúde mental em organizações da região do Bico do Papagaio”, orientado pela professora, Maria dos Remédios Brito Viana. O trabalho discutiu os problemas adquiridos por colaboradores no mercado de trabalho. 

“Nós destacamos na pesquisa os desafios para garantir a qualidade de vida no trabalho, e os resultados que obtivemos por meio de análises e observações, foi que os trabalhadores da região do Bico do Papagaio estão expostos a doenças mentais como depressão, ansiedade, burnout, entre outros. Por meio desse projeto, temos o objetivo de desenvolver um programa para que os mesmos se sintam amparados e incluídos em um ambiente acolhedor”, comentou o acadêmico.